Editorial

A busca do novo, do original e também do sucesso são metas que orientam o mundo atual e principalmente a ciência moderna. Assim, estamos editando a primeira edição da revista da Cardiologia Não Invasiva, que terá como objetivo a abertura de um espaço para todos os colegas que buscam se expressar, de forma científica, os seus trabalhos no cotidiano.
Nesta edição, a Cardiologia Não  replica watchesInvasiva comemora seu quinto ano voltada a oferecer o que há de mais moderno em tecnologia no diagnóstico e com a seriedade de seus profissionais, sobretudo dentro da área médica e respeito com os pacientes e colegas de profissão.
Fazendo uma retrospectiva desta década de noventa, em especial neste final, estamos presenciando no Triângulo Mineiro um crescimento tecnológico e humano em todas as áreas, em especial na medicina. Este crescimento certamente partiu dos médicos da reigão e daqueles que aqui se radicaram buscando um novo horizonte. Assim sendo, a Cardiologia Não Invasiva se engloba neste contexto e buscará sempre acompanhar este crescimento exponencial.
Demos início então a uma maior proximidade com todos colegas e certamente trabalharemos para melhorar sempre o nível de nossa medicina, oferecida à cidade e região. Com isto, esperamos continuar recebendo o apoio de todos.

Dr. Salustiano P. Araújo
Diretor Clínico

Comunicação científica
Com o desenvolvimento tecnológico cada vez mais rápido de novos recursos diagnósticos, especificamente na área da Cardiologia, ficamos às vezes sem saber o seu real benefício, para podermos estabelecer metas no diagnóstico e finalmente obtermos maior sucesso no tratamento dos nossos pacientes.
Sendo assim, a Cardiologia Não Invasiva, através deste número, traz comentários de nossos especialistas que, de maneira sucinta e rápida, buscam esclarecer os benefícios de cada exame.
Aproveitamos a oportunidade para mostrar que, a Cardiologia Não Invasiva possui, desde o início deste ano, toda a propedêutica não invasiva com tecnologia de ponta. Na área da Ecografia Cardía-ca estamos desde o início do ano operando com equipamentos de última geração, totalmente digital e com tecnologia tridimensional. Contamos também com imagem de Harmônica e Harmônica invertida, software para "stress cardiológico" que permite, associado à realização com microbolhas (contraste), o diagnóstico de isquemia miocárdica. Apresenta além disso o Doppler Angiográfico (Power Doppler) para complementar a propedêutica vascular e Doppler Tecidual para melhor analisar a função muscular cardíaca. Estamos na área Gráfica operando com Analisador de Holter de 24h com análise digital dos traçados e a análise convencional analógica.
Nosso teste ergométrico é totalmente computadorizado e opera com 13 derivações simultâneas, dando uma maior qualidade para o dia-gnóstico. Possuímos também uma Mesa de Inclinação, que obedece aos padrões internacionais para a realização do Tilt Test. Além desses equipamentos, contamos com monitor para análise da pressão arterial de forma ambulatorial (mapa).
Na área da Ecografia Vascular, trabalhamos com o equipamento de tecnologia tridimensional, já referido e adquirimos agora a Pletismografia a Ar, que será esclarecida posteriormente.
A Cardiologia Não Invasiva, além da parte propedêutica laboratorial, também realiza avaliação pré-operatória (risco cirúrgico).
Para a Cardiologia Não Invasiva, portanto, atualizar-se com o progresso tecnológico é buscar a ausência de limites em suas concepções diagnósticas. 

 Laboratório de Ecocardiografia   

 

3.1. Ecocardiograma com doppler (Pulsado e Contínuo)

O ecocardiograma surgiu no cenário clínico a partir da década de 70 e permite a avaliação da estrutura anatômica e funcional do coração. Entretanto, somente com a incorporação das técnicas de Doppler (pulsado e contínuo), no início dos anos 80, foi possível fazer uma análise qualitativa do fluxo sangüíneo e das pressões intracardíacas (refluxos, shunts, gradientes etc), tornando esse método indispensável para uma avaliação completa do coração.
Através da ecocardiografia com Doppler é possível então fazer uma avaliação completa das doenças que comprometem o coração. Portanto, nas valvopatias é possível quantificar com exatidão o grau de estenose ou insuficiência. Nas miocardiopatias pode-se estabelecer o grau de disfunção miocárdica através do cálculo das dimensões cardíacas e da fração de ejeção (FE). Nas cardiopatias isquêmicas a ecocardiografia, além de visibilizar o segmento (parede) hipocontrátil, pode quantificar o grau de hipocinesia e até fazer correlação com artéria coronária envolvida.
Enfim, nas demais patologias (hipertrofia miocárdica, pericardiopatias, cardiopatas congênitas e etc) a ecocardiografia oferece ao clínico uma gama enorme de parâmetros que certamente auxiliará no tratamento desses pacientes.

3.2 Ecocardiograma com Doppler Colorido
Esta modalidade de exame ecocardiográfico consagrou-se como fundamental no avanço da cardiologia e teve seu assentamento clínico no meados da década de 80. O ecocardiograma com Doppler em Cores, como é chamado, constitui o mais sensível recurso não invasivo (sem necessidade de contraste) para a observação do fluxo sangüíneo e sua dinâmica dentro das câmaras cardíacas e vasos. Este método atualmente é de eleição e indispensável para uma completa avaliação de patologias cardíacas que causam sopros e/ou shunts (valvulopatias, cardiopatias congênitas etc.).
O termo "em cores", que pode sugerir equivocadamente uma relação com efeitos "cosméticos" dispensáveis ao diagnóstico, remete, pelo contrário, as informações essenciais para se avaliar a severidade de cardiopatias que cursam com o distúrbio do fluxo sangüíneo. Assim, é importante que na solicitação desse recurso diagnóstico seja utilizado o termo em Cores, isto é, Ecocardiograma com Doppler em Cores.

3.3 Ecocardiograma Fetal com Doppler Colorido
A Ecocardiografia Fetal é utilizada para o diagnóstico das cardiopatias relacionadas com o sofrimento fetal (congênitas- mal formações e arritmias). Esta modalidade é de fundamental importância no diagnóstico do sofrimento fetal e especialmente para o diagnóstico precoce das cardiopatias intrauterinas e assim permitindo providenciar recursos terapêuticos intrauterinos e no pós parto imediato para uma melhor sobrevida fetal.

3.4 Ecocardiograma Transesofágico
Numa tentativa de diagnosticar algumas patologias que até então a técnica transtorácica não fornecia uma transparência no diagnóstico, por dificuldades técnicas pertinentes à própria natureza da patologia (dissecção da aorta, vegetação endocárdia etc.) ou por dificuldades técnicas, devido à configuração torácica imposta pelo biotipo do paciente (DPOC, deformidades torácicas etc.), a técnica transesofágica tornou-se um método de excelência para o esclarecimento desses pontos. Sua importância reside em aprimorar o diagnóstico possibilitando um tratamento mais correto.

Entre suas principais indicações clínicas podem ser mencionados:
» Pesquisa de trombo intracavitário (situação particularmente importante na fibrilação atrial e estenose mitral).
» Pesquisa de vegetação na endocardite infecciosa.
» Pesquisa de fonte embólica por placa ateromatosa em aorta em pacientes com síndromes neurológicas e pesquisa de aneurismas dissecantes.
» Pesquisa de fonte embólica em geral, em pacientes com tromboembolismo periférico ou central.
» Pesquisa de disfunção de prótese valvular.
» Pesquisa de cardiopatia congênita no adulto (CIA).
» Pesquisa de suspeita de tumor cardíaco.

3.5 Ecocardiograma de Estresse
Desde a década de 70 após a sua incorporação no cenário clínico, a Ecocardiografia de Estresse vem se mostrando um excelente recurso coadjuvante para a detecção da isquemia miocárdica e do desempenho miocárdico nas miocardiopatias e valvopatias.
Recentemente, com a introdução da Segunda Harmônica (software que aumentou em muito a visibilização do endocárdico) e da Harmônica Invertida, associado à incorporação do contraste (microbolhas), pôde-se melhor visibilizar o endocárdio e miocárdio.
Com essas novas técnicas, a Ecocardiografia de Estresse tornou-se hoje um método de alta sensibilidade diagnóstica comparativamente ao da Medicina Nuclear. Deve-se ressaltar que o método é muito seguro, bem tolerado e desprovido de reações adversas importantes, as quais geralmente são discretas e transitórias, não sendo freqüente a ocorrência de eventos cardíacos significativos. Devemos ainda lembrar que o custo financeiro desse método é 100% mais barato do que a cintilografia miocárdica com MIBI.
Várias são as formas de provocar o stress miocárdico, sendo os mais utilizadas, o exercício dinâmico (esteira ou bicicleta ergométrica) e o estresse farmacológico (dobutamina ou dipiridamol). Duas são as formas de investigação da isquemia miocárdica. A primeira é o diagnóstico primário da isquemia. A segunda quantifica a viabilidade miocárdica nos casos de isquemia comprovada e manifesta.

Podemos ressaltar as principais indicações do Estresse eco:
» Diagnóstico da doença coronariana: objetiva identificar coronariopatias em populações específicas com fatores de risco.
Follow-up após reperfusão miocárdica para detecção de re-estenose pós-angioplastia ou de oclusão de "by-pass"coronariano.
» Detecção de miocárdio viável: objetiva avaliar coronariopatias com disfunção ventricular que se beneficiariam com reperfusão miocárdica (revascularização ou angioplastia).
Estratificação de risco para evento cardíaco futuro em pós-infarto agudo do miocardio.
» Avaliação de valvulopatias: objetiva avaliar a severidade hemodinâmica e/ou o momento cirúrgico em casos especiais de valvulopatia mitral e aórtica.
» Nos casos em que não há possibilidade de realizar o teste ergométrico.

A Ecocardiografia de Estresse está contraindicada nas seguintes situações:
Angina instável, anemia profunda, distúrbios hidro-eletrolíticos, hipertensão arterial (p. diastólica > 100 e/ou p. sistólica > 190 mmHg), arritmia grave, insuficiência hepática (se o protocolo for com dobutamina) e glaucoma ou história de retenção urinária ( se for necessário a adição de atropina ao protocolo de dobutamina).
Finalmente, é importante ressaltar que algumas drogas podem prejudicar a análise dos resultados e, portanto, sua suspensão para se realizar o protocolo deve sempre ser avaliada pelo médico requisitante. São elas: beta-bloqueador, nitratos, antagonistas de cálcio e digitálicos. 

 Laboratório Vascular

 

4.1. Duplex Scan Venoso e Arterial
Introduzido no Brasil no final da década de 80, o Duplex Scanning vem assumindo a posição de um método “Gold Estandart” para o diagnóstico e avaliação da severidade morfofuncional das patologias vasculares. Através desse método é possível ser tomada uma decisão terapêutica e um follow-up de um grande número de vasculopatias arteriais e venosas de forma não invasiva e a um custo muito baixo.
Devido à excelente performace do Duplex Scanning Vascular, seja venoso ou arterial, inúmeras são as formas clínicas na abordagem das patologias vasculares em que este método substitui, de forma eficaz, a arteriografia e a flebografia. Esta última atualmente está indicada em alguns casos de trombose em veias pélvicas. Nos demais segmentos o Duplex Scan tornou-se o método Gold Standart em diversas literaturas. Apesar da arteriografia ser o método de eleição nas patologias arteriais, vários grupos estão indicando inicialmente o Duplex Arterial como triagem, para posteriormente realizar a arteriografia. Recentemente, em alguns segmentos (carotídios) isolados, vários serviços estão tendo excelente experiência somente com a realização do Duplex Arterial para indicar a revascularização arterial.

Indicação do Duplex Scan Arterial:
» Diagnóstico e follow-up das arteriopatias obstrutivas (ateromatose),
» Fístulas arterio-venosas,
» Pseudo-aneurismas,
» Aneurismas vasculares,
» Avaliação pós-operatória de enxertos vasculares,
» Malformações vasculares.

Indicacão do Duplex Scan Venoso:
» Trombose venosa superficial e profunda,
» Mapeamento das varicosidades superficiais e profundas,
» Avaliação da Síndrome pós-flebítica,
» Malformações venosas.
Na avaliação das varizes dos menbros inferiores este método proporcionou uma reformulação sem precedentes na abordagem e manuseio desta patologia. O Duplex Scan Venoso fornece informações precisas quanto aos sítios de refluxo, comprometimento das veias safenas, seus ramos tributários, avaliação das veias perfurantes e do sistema venoso profundo.
O Duplex Scan também é utilizado para a avaliação da Aorta Abdominal, Artérias Renais, Artérias Mesentéricas, Tronco Celíaco, Artérias Iliacas, Veia Cava e Hepáticas com excelentes resultados.

Duplex Scan de Carótidas e Vertebrais
Por ter uma posição anatômica mais superficial e pela tecnologia dos trandutores de alta frequência permitiu um reconhecimento anatômico e funcional desses vasos e do fluxo sanguíneo de forma bem adequada. É possível localizar com precisão o local das placas de ateroma, bem como detalhes de superfície dessas placas e até mesmo visibilizar ulcerações que aumentam o risco de embolização cerebral que a arteriografia não identifica.
O Duplex Scan tornou-se o método não invasivo de eleição para a avaliação dessas artérias e, em casos especiais, o tratamento cirúgico está sendo realizado prescedido da arteriografia.

4.2. Pletismografia a Ar
O Pletismógrafo a Ar avalia o grau de refluxo venoso nos casos de varicosidades superficiais e profundas através do índice de enchimento venoso, a função da bomba muscular da panturrilha através da fração de ejeção e o volume sangüíneo residual. Este método permite uma informação da hemodinâmica do membro estudado. Avaliação esta não obtida com outros exames não invasivos.
Nos casos de trombose venosa profunda e superficial, este método avalia o grau de retorno venoso (out flow), ou seja, o grau de recanalização após o tratamento trombolítico.
Além disso, avalia também a eficácia das meias elásticas utilizadas como forma terapêutica e preventiva. Tem indicação no diagnóstico diferencial de dor nas pernas produzidas por problemas vasculares de origens neuro-musculares.

   Laboratório de Métodos Gráficos

 

5.1. Teste Ergométrico
Atualmente esse método não invasivo é o mais utilizado para a avaliação da insuficiência coronária, da resposta terapêutica clínica ou cirúrgica e estratificação da doença aterosclerótica coronariana. Além dessa indicação, é também utilizado na avaliação da resposta pressórica ao exercício e do estudo de arritmias. Indiretamente avalia o desempenho cardiovascular e a aptidão física dos pacientes.
É importante salientar que para uma melhor análise deve-se incluir os dados clínicos do paciente, das drogas utilizadas por estes e dos hábitos rotineiros.
O exame realizado em esteira rolante é mais fisiológico e tem um poder de aumentar a frequência cardíaca (+/- 15%) em relação ao cicloergômetro. Os sistemas computadorizados de aquisição dos traçados permitiu a análise do eletrocardiograma de 12 canais e mais a derivação MC5 (mais sensível) simultaneamente, aumentando a precisão no diagnóstico.

5.2 - Holter 24h ou 48h e Loop ECG
A monitoração eletrocardiográfica dinâmica (Holter) tem como objetivo a avaliação diagnóstica e prognóstica das arritmias, distúrbios de condução, isquemia miocárdica, no tratamento das arritmias e nos controles dos marcapassos.
O estudo da variabilidade de RR permitido pelo avanço tecnológico contribui para a avaliação dos pacientes com arritmias, após infarto do miocardio e na disautonomia. Essa avaliação através de estudos recentes apresenta importância relevante no prognóstico.

5.3 Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA)
Esta metodologia tem como objetivo avaliar o comportamento dos níveis pressóricos e vem a cada ano, tendo crescentes aplicações clínicas. Estudos prospectivos têm mostrado grande importância na avaliação do paciente hipertenso, tanto no aspecto diagnóstico como no prognóstico. Este método propedêutico permite a avaliação do paciente em suas atividades habituais, possibilitando assim avaliação do ciclo circadiano, relação vigília / sono e a correlação entre níveis pressóricos e atividades / sintomas.

As suas principais indicações são:
» Hipertensão arterial episódica.
» Hipertensão refratária.
» Hipertensão de consultório (jaleco branco).
» Hipertensão ortostática.
» Hipertensão lábil.
» Hipertensão arterial na gravidez.
» Avaliação terapêutica.
» Estratificação de risco de acometimentos de orgãos-alvo.

5.4 Tilt Test:
Consiste na mudança de inclinação do paciente, com monitorização da Pressão Arterial e Freqüência Cardíaca, para avaliar possíveis alterações nessas, que possam justificar a clínica do paciente.
Esse exame é usado em pacientes que tenham resposta cardioinibitória ou vasopressora exacerbada. Pode-se então utilizá-lo para investigar: síncopes, tonturas ou vertigens, síndromes vasovagais e hipotensão ortostática.

 Outros Serviços

 

6.1 Exames Portáteis
Introduzimos recentemente a realização da ecodopplercardiografia e eletrocardiografia portátil e com isso essa modalidade de propedêutica torna-se a partir de agora domiciliar. Oferecemos esses serviços para aqueles Hospitais e Clínicas que não contam com essa propedêutica.

6.2 Ambulância
Contamos agora com serviço de UTI Móvel (convênio) - MEDILAR para servir àqueles pacientes que não têm condições clínicas e apropriadas para ir ao consultório realizar exames.

6.3 Internet Plus
Os resultados dos nossos exames poderão ser enviados através do acesso a Internet (Internet Plus). Esta nova tecnologia permite o envio e recebimentos dos resultados em um espaço de tempo muito curto. Os exames são enviado na íntegra.
Para que isso seja possível, basta que o médico solicitante tenha um e-mail e coloque uma observação no pedido para ser enviado via correio eletrônico.

6.4 Novidades da CNI (Telemedicina)
A Cardiologia Não Invasiva fez uma parceria com o Instituto do Coração do Triângulo (ICT) através da Telemedicina que oferece a partir de agora Eletrocardiograma Ambulatorial portátil e Holter de eventos. Adquirimos vários gravadores para dar maior agilidade nas avaliações dos pacientes. Essa tecnologia de telemetria, sem sombra de dúvida, pode ser considerada um dos maiores avanços da medicina na avaliação clínica dos pacientes cardiopatas através de longas distâncias em forma de transmissão por via telefônica.

6.5 Cardiologia não Invasiva Centro de Estudos
A Cardiologia não Invasiva nos últimos anos vem sendo pioneira nos métodos propedêuticos não invasivos no Triângulo Mineiro. Além de contar com equipamentos atualizados para sua proposta de diagnóstico nas doenças cardiovasculares, sente-se orgulhosa em trazer tecnologia de ponta para utilizar contraste (microbolhas) na avaliação do miocárdio isquêmico e nas doenças vasculares.
Com o crescimento na sua área tecnológica houve necessidade de aumentar o seu corpo clínico para dinamizar o atendimento de seus pacientes.Todo esse avanço tecnológico só foi possível com a participação de vocês, colegas, que em todos esses cinco anos de sua existência confiaram no seu trabalho. Sendo assim, gostaríamos de agradecer imensamente esse apoio.
Estaremos sempre procurando o que existe de melhor para vocês e seus pacientes.

 

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É fundamental entender o conceito de quota de consumo.
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